
"I used to think of all the billions of people in the world, and of all those people, how was I going to meet the right ones? The right ones to be my friends, the right one to be my husband. Now I just believe you meet the people you're supposed to meet."
Diane Frolov and Andrew Schneider
Há algo que nos inunda quando começamos de novo, como as ondas rebentam nos Açores, é assim que acordo todos os dias.Sem saber muito bem para onde vou. Se escorro entre as pedras pretas e desapareço, ou se me espalho em mil bolhas de espuma prateada.
Seja qual for a forma que tome, é sempre, todos os dias, uma novidade.
No entanto há algo que é sempre o mesmo, a tua presença, mais bem disposto, ou mesmo sem boa disposição alguma, estás lá...
Acordo devagar, sem saber se estás acordado ou não. Tomo o pequeno almoço, preparo café, e espero. De uma forma ou outra, vais acordar, e vais pedir café....
A nossa amizade é assim, ligada por café e cigarros, alimentada por vodka e coentros, e sempre, mas sempre honesta.
Acho que nada, por mais forte que seja, consegue quebrar esse ritmo. Gritos, risos, choros, "depressões", faz tudo parte, mas é mais fácil contigo por perto.
Esse teu harém, no teu quarto....
Estarei sempre por perto, para fechar os olhos e tu, e dançarmos sem som, na sala, aos pulos, ou então, por a "música" e pular mais intensamente.
É fantástico, poder fechar os olhos, fazer o papelão da tua vida, e não se preocupar se alguém está a olhar ou não...
Porque és tu que lá estás, a fazer o mesmo papelão
Amo-te meu amigo, com letras grandes, pequenas, e aquelas ilegiveis nos contratos, essas letras todas...
Tudo aquilo que sei é que estou a respirar, e tudo o que nós podemos fazer é isso mesmo, é respirar...

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